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  • Nos últimos seis meses publiquei nos serviços de streaming 13 gravações minhas anteriores a 2013, e que ainda não estavam assim disponíveis – 2 álbuns, 1 EP e 10 singles. A mais antiga é “Retumbão” (um tema instrumental tradicional da Marujada de Bragança, no Pará), e que foi minha primeira gravação no home studio, feita em 2000. A mais recente é a cantiga infantil “Dó, Ré, Mi, Fá”, de junho de 2013.

    Aproveitei essa republicação para remasterizar as antigas gravações, que também ganharam arte gráfica da Luciana Leal – com exceção dos singles “Fui passar na ponte”, “Carnaval do meu nariz e boca”, e “Dó, Ré, Mi, Fá”, cujas capas foram feitas por mim, e são, não por acaso, as mais sem graça. Além disto, preparei songbooks para 4 delas, todos disponíveis na Amazon.

    Para quem quiser conhecer ou reouvir esses meus trabalhos passados, eu os reúno aqui ao lado das novas capas e songbooks. Confira:

    Retumbão

    “Retumbão” foi gravado em fevereiro de 2000, e está disponível nestas e noutras plataformas: Spotify, Dezzer, Apple Music, Amazon. Para saber mais sobre ele, clique aqui.

    Lundu Marajoara

    “Lundu Marajoara” foi gravado em maio de 2000, e está disponível nestas e noutras plataformas: Spotify, Dezzer, Apple Music, Amazon. Para saber mais sobre ele, clique aqui.

    Vem vá, macaco

    Fiz essa gravação usando a mesma base instrumental de uma pretensa faixa do meu primeiro disco (“FGC, Vol. 1”, de 2002) – um pout-pourri instrumental com “Forró do Zé Lanzudo” (de Elias Soares e Manoel Serafim) e “O Quente do Norte” (de Zé Paraíba). Mas, sendo este pout-pourri a única faixa que não era de minha autoria, em 2003 eu substituí a melodia dele pela de “Vem cá, macaco”, recém composta. Bem, nenhuma ficou no álbum – o pout-pourri eu descartei, e “Vem cá, macaco” virou um single – esse um. A capa de Luciana Leal foi feita apenas em 2018, para a publicação nos serviços de streaming.

    Sobre a composição, tenho a dizer sobre o tema que ele é, originalmente, um choro, que compus em 2003, em Ourém/PA, e título é uma referência ao padre Ângelo Moretti, figura muito reverenciada no lugar. Conta-se que o padre chamava os fiéis  com o bordão “Vem cá, macaco!”, e era chamando-os assim que ele pedia (e conseguia) recursos para a construção da atual igreja de Ourém.

    Preparei um songbook de “Vem cá, macaco”, com transcrição do instrumental a duas vozes, e que está disponível na Amazon.

    Vem cá, macaco – songbook (2003, Ourém, Pará). Songbook de “Vem cá, macaco”, composição instrumental a duas vozes.

    Essa gravação (a primeira) de “Vem cá, macaco” foi feita em junho de 2003. Um ano depois (2004) regravei “Vem cá, macaco” para a abertura do curta-metragem de animação “A Onda – Festa na Pororoca“, num arranjo bem mais acelerado para flauta doce.

    E mais tarde, em 2009, fiz outra gravação do tema, eletrônico que nem essa primeira, para o EP “FGC Vol. 5“. Ela tá logo aí embaixo.

    “Vem cá, macaco” está disponível nestas e noutras plataformas: Spotify, Dezzer, Apple Music, Amazon. 

    Fui à Espanha

    “Fui à Espanha” foi gravado em outubro de 2003, e originalmente lançado em novembro do mesmo ano como uma das faixas do álbum “FGC, Vols. 2 & 3”. Para mais informações sobre esse álbum, clique aqui.

    Fui passar na ponte

    “Fui passar na ponte” foi gravado em agosto de 2003, e originalmente lançado em novembro do mesmo ano como uma das faixas do álbum “FGC, Vol. 2”. Para mais informações sobre esse álbum, clique aqui.

    Não chore, não

    “Não chore, não” foi gravado em outubro de 2003, e originalmente lançado em novembro do mesmo ano como uma das faixas do álbum “FGC, Vol. 2”. Para mais informações sobre esse álbum, clique aqui.

    Ó que noite tão bonita! / Pescador da barquinha

    O pout-porri “Ó que noite tão bonita” / Pescador da barquinha” foi gravado em janeiro de 2005, e originalmente lançado em fevereiro do mesmo ano como uma das faixas do álbum “FGC, Vol. 3”. Para mais informações sobre esse álbum, clique aqui.

    Doristi

    O songbook do álbum “Doristi”, com grade completa, partes cavas e letras cifradas, está disponível na Amazon.

    Doristi – Songbook (2006, Ourém, Pará). Songbook do disco Doristi, gravado em 2006, na cidade de Ourém, Pará.

    O álbum foi lançado em jungo de 2006, e está disponível nestas e noutras plataformas: Spotify, Deezer, Apple Music, Amazon. Para saber mais sobre ele, clique aqui.

    Cu cagão

    “Cu cagão” foi gravado em março de 2007, e está disponível nestas e noutras plataformas: Spotify, Dezzer, Apple Music, Amazon. Para saber mais sobre ele, clique aqui.

    FGC, Vol. 5

    O Songbook deste EP, com melodias cifradas, está disponível no site da Amazon.

    Capa do songbook FGC Vol. 5, de Fábio Cavalcante
    FGC, Vol. 5 – Songbook (2009, Belém, Pará). Songbook do EP “FGC Vol. 5”, com melodias cifradas das duas faixas instrumentais (“Retumbão” e “Vem cá, macaco”).

    O EP foi originalmente lançado em novembro de 2009, e está disponível nestas e noutras plataformas: Spotify, Deezer, Apple Music, Amazon. Para saber mais sobre ele, clique aqui.

    Carnaval do meu nariz e boca

    O single foi gravado em fevereiro de 2012, e está disponível nestas e noutras plataformas: Spotify, Deezer, Apple Music, Amazon. Para saber mais sobre ele, clique aqui.

    Catalendas (Trilha Sonora Original)

    O álbum foi originalmente lançado em janeiro de 2013, e está disponível nestas e noutras plataformas: Spotify, Deezer, Apple Music, Amazon. Para saber mais sobre ele, clique aqui.

    Dó, Ré, Mi, Fá

    O songbook de “Dó, Ré, Mi, Fá” está disponível na Amazon.

    Dó, Ré, Mi, Fá – Songbook (2013, Santarém, Pará). Para vozes, sinos, sintetizador e contrabaixo. Com grade completa e partes cavas.

    “Dó, Ré, Mi, Fá” foi gravado em junho de 2013, e está disponível nestas e noutras plataformas: Spotify, Dezzer, Apple Music, Amazon. Para saber mais sobre ele, clique aqui.

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    Eis uma nova canção que lanço, composta e gravada nesse mês de abril . A base rítmica foi feita com pandeiro, bongô, caxixi e sons da minha boca, alterados com efeitos diversos. Os demais instrumentos são duas flautas doces (soprano e contralto), piano, violão e contrabaixo. A letra é esta:

    “O dia tá ruim
    Dia bom pra fugir
    Se disseres que vai
    Te tomo do teu pai
    Você vai rir de mim
    Ah, eu vou rir de mim
    Rir pra cacete!

    Uma noite no bar
    Duas noite no mar
    Nosso segundo lar
    – 
    Uma volta no mundo
    Do lado de ti
    E cravado bem fundo
    – Pra cacete!

    Vendo o angorá
    Vendo os vinis
    Vendo os Laurimar
    Eu vendo-me
    Tenho que ir

    O dia tá legal
    É hora de fugir
    Ir dormir no quintal
    E cagar no jardim
    Você vai rir de mim
    Ah, eu vou rir de mim
    Rir pra cacete!

    O dia tá legal
    Pra pedir demissão
    Vou caçar peixe-boi
    E voltar pra prisão
    Pra bem junto de ti
    E cravado bem fundo
    – Pra cacete!”

    A arte da capa é de Luciana Leal.

    O songbook com letra cifrada e transcrição dos instrumentos ( voz, flauta doce soprano, flauta doce contralto, marimba – clave de sol, piano e contrabaixo.) está no site da Amazon.​

    Peixe-boi – Songbook (2018, Aracaju, Sergipe). Para voz, flauta doce soprano, flauta doce contralto, marimba, piano e contrabaixo. Com grade completa, partes cavas e letra cifrada.
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    Compus essa canção (“Hereges”) em setembro de 2017, pensando em incluí-la no que pretendo que seja meu próximo álbum, “FGC Vol. 666”. E, apesar de ter desistido dessa ideia logo depois, a canção ficou com o espírito satânico que depositei no futuro disco. A letra é esta:

    “Acordei bem cedo, fiz a cama e fui – Sempre passo a perna em ti.
    Uma história de ir ali, pra boi dormir.
    Uma oração dadá prum deus gagá.
    Nem juntei dinheiro, acordei bem cedo e fui.

    Nós somos os doidos da primeira vez – Quem põe na cruz os falsos reis.
    E uma cruz no ponto G, na hora H.
    Uma planta no altar – A bomba H.
    Nós somos os doidos, e somos os falsos reis.

    Acordei sem medo, por isso menti – Eu virei poeta assim.
    Assim virei ladrão. Assim, saci.
    Tenho peito pra jogar-te na prisão.
    Acordei sem medo, com peito de Serigy.”

    A gravação (iniciada na mesma época da composição, mas só finalizada em março de 2018) foi feita quase só com instrumentos virtuais, exceto por uma flauta doce soprano, na qual apliquei distorção de guitarra. O moleque Frederico também fez uma participação especial com as palavras enigmáticas (“Abô”, “Táspé”, “Oitô”). A arte da capa é da Luciana Leal, sobre uma foto minha da praia da Atalaia, em Aracaju.

    O songbook desta gravação, com transcrição para voz, flauta, violão e contrabaixo; além da letra cifrada, está no site da Amazon.​

    Hereges – Songbook (2018, Aracaju, Sergipe). Para voz, flauta, violão, piano e contrabaixo. Com grade completa, partes cavas e letra cifrada.
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    Compus a melodia deste canção em 2010, para encaixar numa letra de Tom Zé (“Pavana para uma terra viva”), e com ela me inscrever num concurso que o Estadão fez chamado “Prêmio Musique“. Não tendo ganho nada no concurso, mas não querendo deixá-la no limbo, criei, em janeiro de 2017, uma letra nova pra encaixar nessa melodia antiga. É esta “Elegia doméstica”, que descreve duas cenas de violência doméstica – uma de tortura e vingança de um cão, e outra de tortura e vingança de uma mulher. A gravação foi feita no mesmo janeiro, com flauta doce soprano, violão, copo e diversos instrumentos virtuais. O desenho e a arte da capa é de Luciana Leal.

    A gravação que enviei para o prêmio Musique é a que está no vídeo abaixo.

    O Songbook com letra cifrada e transcrição dos instrumentos usados (voz, flauta doce soprano, synth pad e contrabaixo) está no site da Amazon.

    Elegia doméstica – Songbook (2018, Aracaju, Sergipe). Para voz, flauta doce soprano, sintetizador (pad), e contrabaixo. Com grade completa, partes cavas e letra cifrada.
  • Compus “Retumbão” em 2006, baseado num tema instrumental tocado na Marujada de Bragança, no Pará. Ele foi originalmente gravado naquele mesmo ano, no meu disco Doristi, ao som de flauta, violão, banjo e percussões. A gravação lançada agora foi feita em dezembro de 2017 e é, por sua vez, essencialmente eletrônica, feita com um controlador Maschine MK1, e duas flautas doces (contralto e soprano). A arte da capa é da Luciana Leal.

    OUÇA NA SUA PLATAFORMA PREFERIDA:

    As bases deste arranjo foram criados para o show Lanoi Cid Art, que fiz em agosto de 2017, no Sesc de Aracaju, e registrado nesse vídeo.

    Outra tocada do “Retumbão” está no vídeo a seguir, de fevereiro de 2007, no Teatro Waldemar Henrique, em Belém, quando apresentei as músicas do disco Doristi, acompanhado de Renato Torres (violão), Allan Carvalho (banjo), Edgar Júnior (percussão) e Rafael Barros (percussão), e dos dançarinos Ana Moraes, Lorena, Maurício e Max. E aí toquei a flauta doce soprano (na sequência, a primeira gravação).

    O Songbook (para flauta doce soprano, flauta doce contralto, piano – clave de fá, e contrabaixo) está no site da Amazon.

    Retumbão – Songbook (2018, Aracaju, Sergipe). Para flauta doce soprano e contralto, piano (clave de fá) e contrabaixo. Com grade completa e partes cavas.
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    “Fui passar na ponte” é o título de um coco tradicional da Paraíba, transcrito em partitura por Mário de Andrade em 1929, e publicado no seu livro “Os Cocos”. É um título com o qual eu já havia trabalhado antes – em 2004 gravei-o no álbum “FGC Vol. 2“, acompanhado por pandeiro, violão e flauta doce. Ouça aqui:

    Mas a versão que lanço agora, apesar de ter os versos originais grafados por Mário, tem uma nova melodia do canto, que é uma criação minha, ainda que fortemente inspirada na melodia original do coco “Fui passar na ponte”. O acompanhamento é bastante eletrônico, feito quase todo com um controlador Maschine MK1. Também usei uma flauta doce contralto nos dois solos instrumentais.

    O songbook, com letra cifrada e transcrição dos instrumentos (voz, guitarra, piano – clave de fá, e contrabaixo), está no site da Amazon.

    Fui passar na ponte – Songbook (2018, Aracaju, Sergipe). Para voz, guitarra, piano (clave de fá) e contrabaixo. Com grade completa, partes cavas e letra cifrada.

    O vídeo a seguir é um registro deste arranjo numa tocada que fiz em 10 de agosto de 2017, no Sesc de Aracaju, na abertura do projeto Aldeia Sesc de Artes. Por sinal, foi especialmente para esta apresentação que compus esta melodia e arranjo. As ilustrações no vídeo são de Luciana Leal, e a filmagem é de Arthur Pinto, com edições minhas.

  • Esta é uma interpretação minha da Mazurca tradicionalmente tocada na Marujada de Bragança/PA. É um arranjo para duas flautas, baixo e piano, acompanhados por uma base rítmica eletroacústica. Gravei em novembro de 2017 com duas flautas doces (soprano e contralto) e instrumentos virtuais. A arte da capa é de Luciana Leal.

    OUÇA NA SUA PLATAFORMA PREFERIDA:

    O songbook desta gravação está disponível no site da Amazon.

    Capa do songbook Mazruca, de Fábio Cavalcante
    Mazurca - Songbook (2018, Aracaju, Sergipe). Para flauta doce soprano e contralto, piano,  marimba (clave de fá) e contrabaixo. Com grade completa e partes cavas.

    A mazurca é uma dentre várias músicas tocadas e dançadas na Marujada, a festa em homenagem a São Benedito que acontece todo dezembro, desde 1798 – ano em que foi fundada, por negros escravos, a Irmandade do Glorioso São Benedito de Bragança. Um pouco do som dessa festa pode ser ouvido nessas duas postagens aqui do Blog FGC: Comissão das Colônias do Glorioso São Benedito de Bragança e Músicas da Marujada de Bragança – 2007.

    A primeira tem registros da passagem de uma comissão de “esmoleiros” pela cidade de Ourém/PA, em 2004 e 2006; e a segunda, gravações de retumbão, xote e chorado, tocados na festa de 2007.

    Trabalhei com essa mesma mazurca, ainda neste ano de 2017, num arranjo bem mais eletrônico. Foi para este vídeo gravado no Vila Aju (na época se chamava Aju Hostel), em junho passado, pouco tempo depois de ter chegado, para morar, em Aracaju.

    Tanto a arranjo o vídeo acima quanto desta nova gravação apresentada no início da postagem foram baseados neste arranjo para piano.

    Mazurca for piano solo - Capa do livro
    Mazurca (2017, Aracaju, Sergipe). Arranjo a 3 vozes para piano.
    Atualização em 22 de julho de 2021

    Ainda mexendo com esse tema (que eu adoro, deu pra sacar, né? 😉 ) fiz esse vídeo tocando-o num arranjo a duas vozes, bem simples (simplório mesmo!), feito mais para experimentar uns timbres novos. A partitura tá logo a seguir.

    Pra finalizar, vou deixar aqui transcrito o que o livro “Tocando a Memória: Rabeca“(de Maria José Pinto da Costa de Moraes, editado pelo Instituto de Artes do Pará em 2006), fala sobre essa mazurca da Marujada de Bragança, no capítulo “A Marujada e o Culto a São Benedito: Música e Dança” (páginas 63 e 64).

    Capa do livro Tocando a memória: RabecaA Mazurca é a quarta dança do ritual da Marujada e a primeira das danças de origem europeia. De tradição polonesa, pode ter a forma de dança ou canto. Notabilizou-se tanto entre compositores eruditos, como Chopin, quanto entre populares, como Ernesto Nazareth e Chiquinha Gozaga.

    Segundo Julio Bas (1947), possui forma binário de movimento moderado, em compasso ternário simples, apresentando o ritmo básico, no qual se observa o segundo tempo apoiado.

    Partitura de percussão da mazurca - Exemplo 1

    A Mazurca bragantina tem como característica regionalista o ritmo do tambor.

    Partitura de percussão da mazurca - Exemplo 2

    Seu andamento é o Allegro, com semínima a 160, na tonalidade de Ré Menor. A coreografia, inicialmente, tem os pares enfileirados formando um círculo, para onde se dirigem os marujos que se posicionam, movimentando-se em sentido horário. Com o desenrolar da música, as marujas giram em frente aos parceiros, mudando de posição para o braço esquerdo e retornando ao braço direito sucessivamente.

  • Este é um registro em vídeo da tocada de Allemande (J. S. Bach), que fiz no vernissage da exposição “Design de Superfície na Amazônia“, da Luciana Leal, na sala de cinema do Sesc de Santarém – PA, em 20.01.2015. Algumas fotos desta noite estão neste álbum, no facebook.

    A filmagem é de Ádrio Denner, e o áudio foi captado diretamente do microfone da câmera filmado.

    Allemande é o primeiro movimento do Solo para Flauta Transversal de J. S. Bach, e fiz este arranjo eletrônico (cheios de contrastes, com variações no andamento, nos timbres e no próprio clima da peça) pensando em ser executado durante desfile com peças de vestuário feitas a partir do material da exposição da Luciana.

    Abaixo está a minha gravação em estúdio de Allemande, usando um controlador Maschine MK1. A capa também foi desenhada pela Luciana Leal.

    OUÇA NA SUA PLATAFORMA PREFERIDA:

  • Mais uma música pro meu disco-sempre-em-construção Singles. É um arranjo para um trecho de dois compassos do chorinho “Naquele tempo” (de Pixinguinha e Benedito Lacerda), que fica se repetindo diversas vezes entre 4 vozes, em forma de cânone. O resultado é esse aí embaixo, e o chamei de “Caboquice No. 1: com um trecho de Naquele tempo”.

    A partitura está aí embaixo. Se quiser, baixe-a aqui.

    Caboquice nº 1 – com um trecho de Naquele Tempo (2013, Santarém, Pará). Peça para voz, marimba, violão e piano, baseada em um trecho do chorinho Naquele Tempo, de Pixinguinha e Benedito Lacerda.
    Montagem de “Caboquice nº 1” no Logic
  • Este é um clipe que eu e a Luciana Leal fizemos pro “Carnaval do meu nariz e boca”. É uma música feita toda no Maschine, e que usa sons da minha boca (estalos, sugadas) e nariz (fungadas). No início tem uma espécie de making-of. O cenário é com telas da Lu que imitam azulejos, e são baseados nos desenhos das cerâmicas do povo Tapajó. Veja aqui:

    A música está nas plataformas de streaming.

    OUÇA NA SUA PLATAFORMA PREFERIDA: