• Mestre Piticaia, de Cachoeira do Arari
    Mestre Piticaia (foto de Débora Flor)

    Benedito Gama de Miranda é o nome de Mestre Piticaia. Nascido na comunidade do “Atola” (“pras bandas do rio Abaí”), e criado em Cachoeira do Arari, na ilha do Marajó, onde mora até hoje, Piticaia tem 73 anos de idade, e coloca boi há 42.

    As 11 toadas a seguir foram gravadas pelo meu amigo Allan Carvalho, que esteve em Cachoeira durante o “Cordão do Galo”, projeto do Instituto Arraial do Pavulagem. O Mestre canta acompanhado por uma caixa quadrada, típica do marajó, tocada por ele mesmo.

    Se quiser baixar as músicas, clique aqui (arquivo Zip).

    O vídeo abaixo (gravado pelo Lucas Santana, do grupo Sancari) é do mesmo momento da gravação do áudio, com o Mestre Piticaia levando as toadas “Serena” e “Correio”.

    Uma resposta para “Mestre Piticaia (Cachoeira do Arari)”

    1. Avatar de Carlos Alberto da Silva Leão
      Carlos Alberto da Silva Leão

      Piticaia é símbolo da cultura popular de Cachoeira do Arari.

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  • Juvenal Imbiriba nasceu na comunidade de São Pedro, no rio Arapiuns, em 1961. Hoje mora em Aminam, na mesma região. Compõe e toca violão desde jovem, e o ritmo que mais o agrada é o carimbó. Eu o conheci em 2010, quando participei da organização da Feira Cultura Digital dos Bairros, aqui em Santarém; onde ele tocou na noite de abertura (para saber sobre esse noite, clique aqui). E a ideia deste disco surgiu a partir de conversas com meu amigo Eduardo Nogueira, formando do curso de música da UEPA, que fez o TCC baseado nos carimbós dele.

    Este é o disco “Carimbó do Arapiuns” resultante daquelas conversas, com 13 músicas de Juvenal. Ele está acompanhado pelo percussionista Helder Gama “Catraca”, e por mim nos arranjos e solos (flauta, violão e samples de sax). Todas as composição são do próprio Imbiriba, e ele toca o violão base também.

    O álbum também está no YouTube, com letras e cifras de bônus.

    Se quiser baixar o álbum completo, clique aqui (arquivo zip).

    Imagens do dia da gravação estão no álbum de fotos abaixo.

    Gravação com Juvenal Imbiriba

    E para saber e ouvir mais de Juvenal Imbiriba, visite a página do artista no sítio FGC Produções.

    2 respostas a “Juvenal Imbiriba – Carimbó do Arapiuns”

    1. Avatar de Roger
      Roger

      Olá, gostaria da letra da canção Carimbó do Arapiuns. Estive recentemente no lugar e gravei o São João da Comunidade da Raposa.

      1. Avatar de Fábio Cavalcante
        Fábio Cavalcante

        Olá, Roger! Publiquei o álbum do Juvenal no YouTube, e lá tem a letra correndo junto. Confira qui: https://www.youtube.com/watch?v=TIgWvT4_Seg&t=548s

        Um abraço!

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  • Esta é uma coleção com 8 toadas de Mestre Faustino, amo do boi Pai-do-campo, de Ourém, que gravei no dia 14 de setembro de 2010. Foram feitas no mesmo dia que as toadas com Cardoso (publicadas na postagem anterior) quando estive em Ourém pra reunir material pro meu disco “Do meio do Século XX para o XXI“. Participaram o próprio Faustino (caixa e voz), Tan-tan (onça e coro) e Dona Paulina (esposa de Faustino, no caxixi e coro).

    Para baixar essa coleção, clique aqui (arquivo zip).

    E aqui vai uma historinha por trás de “Tava dormindo e sonhando”, a faixa 6 do player acima: A primeira vez que ouvi Faustino cantando essa toada foi em 2003. A letra era a mesma, mas a melodia era diferente. Achei ela linda e pedi pra ele cantar a capella, pra eu gravar. É a faixa 9.

    Em 2005 eu mesmo a gravei, no meu “FGC Vol. 3”.

    Depois disso, o Faustino me procurou preocupado, dizendo que queria gravá-la também, porque a melodia que cantei (e que ele havia cantado naquele 2003) não era a “correta”, “tradicional” do seu Boi. Ele havia misturado a melodia de outra música na letra de “Tava dormindo e sonhando”. Então pronto! – Essa é uma das toadas mais usuais do Pai-do-campo, e o canto “original”, entoado nas ruas e terreiros de Ourém, é esse que está aqui agora.

    O álbum abaixo são com imagens dessa gravação, feita na casa de Arlindo Matos, em Ourém.

    Gravação com Mestre Faustino

    Se quiser ouvir e baixar outras toadas que gravei de Mestre Faustino, visite esta página do sítio FGC Produções.

    Uma resposta para “Mestre Faustino – Boi Urrou Lá No Terreiro e outras toadas”

    1. Avatar de Anonymous
      Anonymous

      Grandes valores de nossa cultura.
      Trabalho com Boi de Mamão aqui em Santa catarina.
      Sucesso a todos.

      Marcio Guimarães http://www.boidemamaofestas.com.br

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  • Esta postagem é uma homenagem ao Mestre Cardoso, amo do Ouro Fino de Ourém, que faleceu esse mês, dia 20, em decorrência de um câncer que o debilitou lentamente desde maio, deixando-o com grande dificuldade para andar e cantar nas últimas semanas. São entrevistas e algumas músicas ainda inéditas, um tanto antigas, mas que finalmente edito e posto aqui na internet. É um material que acredito ser delicioso, principalmente pra quem conhece o Cardoso e está a fim de saber mais dele, já que ele fala bastante sobre a sua vida e sua arte: as toadas, o auto do boi, matanças, levantações, seus métodos de compor…

    Essa primeira sequência é com 4 músicas que gravei no dia 14 de setembro de 2010, em Ourém, quando lá estive para reunir material pro meu disco mais recente. O tambor e o maracá foram tocados pelo próprio Cardoso. A faixa 3, “Que alegria!”, trata de um acontecimento que ainda estava “quente” na época – o reencontro do Mestre com seus familiares, quase 60 anos depois de sair da sua terra natal (essa história está contada aqui).

    O Arlindo Matos, na casa de quem foram feitas essas gravações, registrou em vídeo o momento que o Cardoso canta “Avião Francês”, a toada que trata, assim como tantas outras do Mestre, de uma notícia “internacional”: a tragédia com o Airbus A330 da Air France, que havia caído no Atlântico no ano anterior. É o video editado pelo Arlindo que eu coloco aqui:

    As entrevistas a seguir (exceto a da primeira faixa) foram todas feitas no programa “Sala de Reboco”, que apresentei entre 2004 e 2006, na rádio Tembés FM, em Ourém. Muitas vezes o Cardoso fala das músicas que iam ser apresentadas no dia da entrevista, mas os assuntos são os mais variados. Na segunda faixa (o Dominó) ele explica um jogo fantástico no uso da memória e da criatividade, que era praticado entre os amos de boi do seu Piauí – o Dominó, onde as peças eram substituídas por toadas rimadas, que eram postas no terreiro ao invés de postas na mesa. Na terceira faixa (A vinda para o Pará), ele conta o caminho que fez, boa parte a pé, quando saiu de Parnaíba, aos 20 anos, até chegar em Ourém, em 1993. A primeira foi feita em casa em dezembro de 2003, pouco depois de conhecê-lo. Cardoso fala sobre seu início na arte do boi, sua saída de Piauí, o costume de tirar licença para a brincadeira, o boi em Ourém, os personagens do auto, as dificuldades e o amor pela arte do boi-bumbá. Bem, os temas são diversos mesmo. Confira a seguir:

    Reuni no álbum abaixo as fotos que tirei do Mestre ao longo desses anos. A mais antiga é da sua participação na FEMPO, a Feira de Música e Poesia de Ourém, em 2005. As mais recentes são do show que fizemos juntos em 2011, em Belém, no lançamento do meu disco “Do meio do século XX para o XXI”, todo com composições do Mestre. No caminho, as brincadeiras nas ruas de Ourém, nas rádios, no Teatro da Paz e nos arrastões.

    Mestre Cardoso - Lavrador de toadas, Compositor do mato (1933-2012)

    Quem quiser ouvir a obra do Cardoso pode acessar esta página no site da FGC Producões. Lá estão disponíveis, para ouvir e baixar, mais de 120 músicas, além de outros vídeos e imagens. Aqui mesmo, no Blog FGC, publiquei diversas postagens sobre ele (com esta são 12). Elas estão reunidas aqui.

    Chapéu, maracá e jaqueta de Mestre Cardoso, amo do boi Ouro Fino, de Ourém.
    Os apetrechos do Mestre

    7 respostas a “Homenagem ao Mestre Cardoso (arquivos inéditos)”

    1. Avatar de Anonymous
      Anonymous

      Seu Fapa!… Embora não creias em Deus, estás perdoado a vida e a morte toda por deixar esses registros mágicos dum Brasil escondido. Vai te catar… Parabéns, meu amigo velho.

      ALLAN

    2. Avatar de Unknown

      Este comentário foi removido pelo autor.

    3. Avatar de Sonia Abe

      É admirável a importância desses registros.É singela,pura e expressa toda simplicidade do compositor no seu cotidiano.É de tamanha boniteza!Parabéns Fábio pelo seu empenho e de ter cruzado o caminho do Mestre Cardoso.E viva a música!

    4. Avatar de Arlindo

      Valeu Fábio! Muito honrado pela parceria que fizemos durante algum tempo em Ourém, no teu acervo, na rádio e na Funcartemm… Cardoso foi o nosso ponta de lança, mas sei que ainda tem muita coisa nessa “Sala de Rebôco”… Abraço de Ourém!

      1. Avatar de Fábio Cavalcante

        Arlindo, tenho muita coisa ainda, sim, do programa na Tembés. Sempre que tenho um tempo, edito algo de lá pra postar na net. Queria poder colocar tudo logo, mas uma hora chego lá (espero!). Abraço de Santarém!

    5. Avatar de Anonymous
      Anonymous

      Rapaz, acabei de ficar sabendo da morte do mestre através do seu email divulgando essa postagem, o qual você intitulou com os anos de nesc. e morte. dele. Ainda tive o prazer de conhecê-lo no último julho na casa do Arlindo. Teve um momento pra lá de bom, quando mui espontaneamente alguns foram se juntando até formar uma roda, cada um pegando seu tambor, o Allan com o violão e lá vem seu Cardoso… Mano Fábio, mais uma vez parabéns pelos empenho nos regisstros e divulgação desses sons. Que viva a arte do Mestre.
      ANDRÉ MACLEURI

    6. Avatar de Lila Bemerguy
      Lila Bemerguy

      Fábio,

      Lembro de ver o Cardoso chegando, naquele cavalo dele, na época que morava em Ourém. Já na época eu o via como um tipo de “duende”, (rs), pelas histórias que contava, como a de curar bicheira de boi à distância. Ele dizia pra pessoa apontar a direção que estava o bicho doente, fazia umas rezas e dizia: “Agora vai. Quando tu chegar lá o bicho vai tá bom”. E todos afirmavam que estava mesmo!.

      Lila

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  • A convite da Prof. Carla Ramos, que coordena o projeto “Mapeamento das Casas e Terreiros de Religiões de Matriz Afro-brasileira na cidade de Santarém/Pará”, da UFOPA, fui à praia de Ponta de Pedras (Santarém/PA) na noite de 10 de novembro de 2012, durante uma festa em homenagem à Cabocla Mariana, que reuniu diversas casas de religiões afro-brasileiras de Santarém. Deixo aqui disponíveis alguns dos batuques que tive o prazer de ouvir e gravar por lá.

    O álbum a seguir são com imagens dessa noite.

    Festa para Mãe Mariana

    Se quiser baixar todas as músicas, clique aqui (arquivo zip).

    4 respostas a “Cabocla Mariana na praia de Ponta de Pedras”

    1. Avatar de Anonymous
      Anonymous

      Bacana Fábio, vou baixar tudo.
      Abração
      Edgar

    2. Avatar de marcelo lobato
      marcelo lobato

      opa Fabio, vamos utilizar estes arquivos nas escolas com trabalhos sobre consciencia negra. abração.
      Marcelo.

      1. Avatar de Fábio Cavalcante

        Massa, Marcelo! Fiquem à vontade e baixem mesmo. Tenho outros materiais que vou colocar aqui logo, assim que editar.

      2. Avatar de Cris
        Cris

        Gostei Fábio.

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  • O Gambá é celebrado na vila de Pinhel (município de Aveiro/PA) nos últimos dias do mês de junho, em homenagem a São Benedito. O termo “Gambá” significa tanto a dança, quanto o ritmo, a festa e o principal instrumento usado na festividade – o tambor de tronco oco. Além dos tambores, as toadas do Gambá de Aveiro são acompanhadas por tocadores de caixa, reco-reco e ganzá.

    Os 25 gambás desta postagem foram gravados em 29 de julho de 2007, no projeto do selo “Matrizes Ancestrais”, do Instituto de Artes do Pará (IAP), coordenado por Walter Freitas e Walter Figueredo, e que buscava mapear e registrar as festividades tradicionais paraenses. Além das folias, na última faixa dessa coleção você ouve uma ladainha com os moradores de Pinhel, que também tive a oportunidade de gravar. A ladainha, é importante dizer, também é parte integrante desta festividade. Os músicos são: Teodoro da Silva (tambor), Edgar Carvalho (tambor), Reimar Carvalho (tambor), Belinho Deodato (reco-reco), Tiago Deodato (mestre cantor e caixa), Altino dos Santos (mestre cantor e caixa) e Maciel Xavier Cardoso (mestre cantor e caixa).

    Essas gravações foram lançadas em CD pelo IAP, em abril de 2008.

    Capa do álbum Gambá de Aveiro, lançado pelo Instituto de Artes do Pará
    Capa do álbum Gamba de Aveiro (IAP, 2008)

    Para baixar as toadas (com a ladainha) em um único arquivo, clique aqui (arquivo zip). E para saber mais sobre o Gambá, visite também esta página, na Rede Mocoronga.

    Uma resposta para “Gambá de Aveiro”

    1. Avatar de Anonymous
      Anonymous

      Muito bom.Mais um trabalho maravilhoso

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  • A nova trilha sonora que fiz pro programa “Catalendas” (criação do In Bust Teatro com Bonecos, dirigida por Roger Paes e produzido pela TV Cultura do Pará), e que esse ano voltará com episódios inéditos, está disponível na internet neste álbum que preparei junto com a trilha anterior, de 2002.

    OUÇA NA SUA PLATAFORMA PREFERIDA:

    Ele pode ser ouvido também nessas e noutras plataformas: Spotify, Deezer, Apple Music, Amazon.

    A arte da capa é da Luciana Leal. As imagens a seguir são do processo de feitura dela.

    O “Catalendas” têm um canal no YouTube com diversos programas disponíveis, além de entrevistas. É o local perfeito pra conhecê-lo ou revê-lo. Visite-o aqui. 

    O vídeo a seguir é da abertura da temporada 2012.

    O songbook da trilha contém as transcrições das 24 gravações originais. São diversas formações, de solos instrumentais (como “Festa no interior II”, para sax alto, e “Primeira dança negra”, para sax soprano) ao quinteto de sopros e cordas em “Lendas”. O livro tá disponível na Amazon e na SheetMusicPlus.

    Capa do songbook da trilha sonora do programa Catalendas
    Catalendas [Trilha Sonora Original] – Songbook (2013, Santarém, Pará). Trilha Sonora do programa infantil produzido pela TV Cultura do Pará. Transcrição dos arranjos de 24 músicas para formações diversas.

    Segue uma amostra com duas partituras e suas respectivas gravações – “Festa no interior II”, e “Terceira dança do índio”.

    Partitura completa da música Festa no interior II, da trilha sonora do programa infantil Catalendas
    Partitura completa da música Terceira dança do índio, da trilha sonora do programa infantil Catalendas

    Pra esta mesma “Terceira dança do índio” (aí de cima) eu fiz uma regravação recente com teclado e flauta doce contralto, postada no vídeo aí de baixo.

    E no embalo da feitura do songbook, preparei também este “songvideo” pra trilha do Catalendas. Estão nele as 24 faixas do álbum, e com um bônus: correm juntas as cifras e as partituras das melodias principais. É também o primeiro álbum completo que disponibilizo no YouTube, que (sem querer!) deixei bem atrasado em relação às outras plataformas (vou tentar tirar esse atraso o mais breve possível!). Veja, ouça, curta e toque junto com o resultado:

    7 respostas a “Catalendas (Trilha Sonora Original)”

    1. Avatar de William Gonçalves
      William Gonçalves

      Gostei muito de você ter revisitado a música abertura do antigo Catalendas para criar este novo tema de encerramento.

    2. Avatar de Fábio Cavalcante

      É isso mesmo, William, o tema foi jogado pro final. 🙂
      Eu já vi a vinheta de abertura com essa nova música e ficou linda, o visual ficou bem melhor. Agora tô curioso pra ver os episódios prontos.

    3. Avatar de Lucia Maria

      Concordo com o William Gonçalves o tema de encerramento ficou show,mas particularmente amei o carimbó e o tema do preguinho! Parabéns viu.

      1. Avatar de Fábio Cavalcante
    4. Avatar de Ester Sá

      Sou fã do teu trabalho Fabito!!! ficou lindo mais uma vez!!!

    5. Avatar de felipe miranda
      felipe miranda

      muito bom!

    6. Avatar de Pedro Henrique Peres

      cara essa foi a melhor trilha gostei do carimbó e do tupã mas naverdade gostei de todos kkkk!!! sucesso

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  • Gravado entre agosto de 2010 e junho de 2011, em Ourém e Santarém/PA, este álbum é resultado de um Edital Prêmio SECULT de Música, e todas as músicas dele são de autoria de José Ribamar Cardoso (Mestre Cardoso), amo do Boi Ouro Fino de Ourém. Cardoso também participações especiais nas faixas 1, 4 (voz), na faixas 10 (percussão), e na faixa 11 (percussão e voz).

    OUÇA NA SUA PLATAFORMA PREFERIDA:

    Projeto Gráfico e fotos são de Luciana Leal, e as fotos usadas são reproduções de peças arqueológicas, em cerâmica, da coleção do Laboratório de Arqueologia Curt Nimuendajú, de Santarém. Nesta outra postagem estão outras propostas (7!) que a Luciana pra capa do disco.

    No livreto abaixo estão todas as letras do álbum.

    Do Meio do Século XX para o XXI - Letras (2011, Santarém, Pará).  Caderno com todas as letras do disco “Do meio do século XX para o XXI”.

    A seguir estão os vídeos da apresentação feita no lançamento do álbum, em 1° de outubro de 2011, no Centro Cultural SESC Boulevard, em Belém. Contei com as participações especialíssimas do Allan Carvalho (voz e violão em “Soldado americano” e “O mundo é moderno”), do Felix Faccon (banjo e voz em “Mandei fazer um balão”), e do Mestre Cardoso. A filmagem foi feita pelo André Mardock e pelo Elrick Lima, a captação do áudio pelo Fabrício Rocha. A edição é minha.

    Se quiser somente o áudio dessa apresentação, ouça-o no player abaixo. Para baixá-lo, clique aqui.

    Morando em Santarém, a quase 800 km de Belém, consegui fazer essa apresentação em parte graças ao apoio que tive do selo Ná music (do produtor Ná Figueredo), do Sesc Boulevard, e dos amigos Arlindo Matos (de Ourém, presidente da Fundação Funcartemm), Marco Campelo, André Mardock, e da minha esposa Luciana Leal.

    As imagens no álbum a seguir (também do André Mardock e Elrick Lima) são desta noite.

    Lançamento do disco Do Meio do Século XX para o XXI

    E aqui está uma matéria no Diário do Pará, do dia 20/11/2011, sobre o lançamento do CD “Do meio do século XX para o XXI” (e do CD “Músicas de Domínio Público do Folclore Santareno” também, que foi lançado quase na mesma época)

    4 respostas a “Do meio do Século XX para o XXI”

    1. Avatar de Unknown

      Este comentário foi removido pelo autor.

    2. Avatar de Caio Petrônio

      Eu sou professor de música e estava procurando canções folclóricas/dominio público que fugissem daquelas mais batidas para um projeto que estou desenvolvendo. Vim parar no seu site. Rapaz, parabéns pelo seu trabalho! Virei fã! Se vier tocar perto de Campinas-SP me avise!!

      1. Avatar de Fábio Cavalcante

        Valeu, Caio! Aviso, sim. 🙂 E fica à vontade pra usar o material aqui do site no teu projeto. Se puder disponibilizar depois na net, me avise também que vou adorar conhecer, ok? Um grande abraço.

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  • Aqui estão reunidos 8 arranjos para coro a 4 vozes que preparei para o projeto ‘Rios do mundo’, dos compositores Allan Carvalho e Ronaldo Silva. Eles foram feitos para os encartes dos discos ‘Boi Malhadinho’ e ‘Bandeira de ouro’, previstos para serem lançados ainda este semestre.

    Rios do Mundo (2012, Santarém, Pará). Arranjos para coro a 4 vozes de músicas de Allan Pinheiro de Carvalho e Ronaldo Silva, tiradas dos discos Boi Malhadinho e Bandeira de Ouro.

    Se quiser baixar o livro, clique aqui.

    O áudio abaixo é do arranjo para Manjericão (mas com sons de piano).

    E esse outro é Canoa voadeira.

    3 respostas a “Rios do mundo”

    1. Avatar de Cincinato Jr.

      Podes crer Fabilão!!!
      Gostei muito.
      Nota mil.
      -cj-

    2. Avatar de Fábio Cavalcante

      Valeu, Mouzinho! Podes crer, Cincinato! Fico feliz em saber que vocês curtiram. 🙂

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  • Está no ar a mais nova produção da Só H: “É o Filho do Boto!”. Dessa vez com um novo “parceiro-cavalcante”: o Mauri. Ele entrou com sua voz na narração, e ajudou a Luciana a produzir e manipular os cenários e personagens. Confira aqui a nossa versão pra lenda do Boto:

    Dedicamos nosso filmeco ao Frederico.

    Quatro cenas da filmagem da animação É o Filho do Boto!
    Cenas da filmagem

    E este é o texto narrado (meu e da Luciana):

    “Era uma vez no rio Pereré
    Um bicho travesso de pele lisinha
    Que tinha nascido num igarapé
    Mas ficava de pé atrás de mocinha

    Em noite de festa não ficava à toa
    Atento, esse bicho espiava escondido
    Depois entrava na festa, na boa
    E já se juntava à de melhor vestido

    Atento, o povo vigiava a mocinha
    Mas o bicho, esperto, era liso e fugia
    Levava a moça com ele, sozinha
    E a moça, de virgem, virava vadia

    Depois de namorada, ela adormecia
    E no meio do mato, o bicho sumia
    A moça acordava sozinha e assustada
    Voltava pra casa e os pais já diziam:
    ‘Pelo que fizeste, não serás perdoada.’

    Dentro do bucho crescia um garoto
    Que todos diziam: ‘é o filho do Boto!’ “

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