Categoria: Músicas (áudios)

  • Essas gravações foram feitas durante o I Festival de Música da UFOPA, que aconteceu dia primeiro de novembro, no campus Rondon. Foram gravadas do meio do público, e estão, portanto, cheias dos ruídos do ambiente. Ouçam aí:

    O primeiro lugar ficou com “Dançar juntos” (faixa 10), composta e interpretada por Clarice Senna, e que, indiscutivelmente, arrebatou a plateia – foi de longe a música mais aplaudida, por exemplo. O segundo e terceiro lugares ficaram, respectivamente, com “Sindicato Clandestino” (faixa 4), da banda de metal Iron Jaraki, e o samba “Meu menino” (faixa 1), do grupo Receita de Samba.

    Se quiser baixar todas as músicas, clique aqui (arquivo Zip). E esta é a ficha técnica completa das músicas apresentadas:

    1. Meu menino (Marcelle Almeida) – Grupo Receita de Samba.
      Voz: Marcelle Almeida,
      Violão 7 cordas: Fabrício Sombra,
      Cavaco: Luíz Acácio,
      Sax soprano: Isonilson Rocha,
      Trompete: Willhison Sousa,
      Trombone: Divaldo Filho,
      Percussões: Erison Fonseca, Everson Cesar e Tadeu Xavier.
    2. Amores modernos (Celso Lima) – Banda Na hora.
      Voz e violão: Celso Lima,
      Baixo: Rui Vila-boas,
      Bandolim: Raul Silva.
    3. Glamours girls (Felipe Manoel / Clóvis Rodrigues) – Ravenc.
      Voz e violão: Felipe Manoel.
    4. Sindicato clandestino (Majd Aboul) – Iron Jaraki.
      Bob Gringer: Vocal,
      Majd Aboul: Guitarra,
      Bateria: Rick Cisco,
      Nicolas Kolesne: Baixo.
    5. Um amor de verdade (Ana Correa).
      Voz: Ana Correa,
      Guitarra: Carlos Melo e Diego,
      Bateria: Derlon Nogueira,
      Baixo: Gabriel Baena.
    6. Far away (Vítor Ferreira / Ilcinara Jordana) – Banda Darth Verde.
      Voz e violão: Ilcinara Jordana,
      Guitarra: Vítor Ferreira,
      Baixo: Flávia Rodrigues,
      Bateria: Derlon Nogueira.
    7. A tua estrela (Paulo Victor Maranhão).
      Voz: Márcia Maranhão,
      Violão: Paulo Maranhão,
      Percussão: Rafael,
      Baixo: Neves,
      Flauta: Sara.
    8. A verdade (Rafael Siqueira).
      Voz: Rafael Siqueira,
      Teclados: João Paulo Rodrigues.
    9. O outro lado da vida (Rômulo Lima).
      Violão e voz: Rômulo Lima.
    10. Dançar juntos (Clarice Senna).
      Voz: Clarice Senna,
      Violão: Edmárcio Paixão,
      Baixo: Rui Vila-boas,
      Percussão: Everson César.
  • Criei no Kontakt um instrumento virtual com samples de um pandeiro que gravei. Além do monte de amostras sonoras do pandeiro, adicionei vários efeitos que podem ser ativados, desativados e/ou direcionados só para algumas notas. Minha intenção agora é usá-lo nas próximas gravações (a curto prazo, no meu “Retumbão dos infernos”, que já comecei a gravar, e sobre o qual tratei aqui).

    Fiz este improviso a seguir como um exercício rápido para testar os recursos do pandeiro.

    Aí embaixo estão duas imagens do instrumento no kontakt.

  • Esta é uma gravação bootleg que fiz de uma apresentação do violonista Sebastião Tapajós, durante a abertura do VI Simpósio Brasil-Alemanha, no hotel Barrudada, Santarém, no último 29. Ele foi acompanhado por Sérgio Abalos, no violão; Anderson Dourado, nos teclados; Dhionny Vianna, no contrabaixo, e Adriano Dourado na bateria. Esta gravação, infelizmente, não está completa, e o show teve no repertório, principalmente, as músicas do novo CD do Sebastião – chamado “Aos da guitarrada”, homenageando a guitarrada do Pará.

    Se quiser baixar os áudios, clique aqui.

    Também encontrei na internet uma versão de estúdio de “Aos da guitarrada”, a primeira faixa do player acima. Ouça aqui:

  • Mais uma música pro meu disco-sempre-em-construção Singles. É um arranjo para um trecho de dois compassos do chorinho “Naquele tempo” (de Pixinguinha e Benedito Lacerda), que fica se repetindo diversas vezes entre 4 vozes, em forma de cânone. O resultado é esse aí embaixo, e o chamei de “Caboquice No. 1: com um trecho de Naquele tempo”.

    A partitura está aí embaixo. Se quiser, baixe-a aqui.

    Caboquice nº 1 – com um trecho de Naquele Tempo (2013, Santarém, Pará). Peça para voz, marimba, violão e piano, baseada em um trecho do chorinho Naquele Tempo, de Pixinguinha e Benedito Lacerda.
    Montagem de “Caboquice nº 1” no Logic
  • CravoCarbonoNoFestivalFeiraDoSom
    Da esq. para dir.: Fábio, Pio Lobato, Bruno Rabelo e Lázaro.

    Uma boa lembrança de 15 anos atrás catada na internet: Em 1998 toquei com a banda Cravo Carbono no Festival Feira do Som, produzido por Edgar Augusto, na casa de shows Olê Olá, em Belém. A música era “Ver-o-peso”, que mais tarde estaria no disco Peixe Vivo (2001).

    A apresentação contou com os músicos descamisados, e o Lázaro, vocalista da banda, declamando o “Ave Maria” no meio da música, enquanto lançava pedaços de pão para o público.

    Devido às referências à virgem de Nazaré levamos um bom “Zero” do escritor João Carlos Pereira, que estava no júri. A banda era formada por Lázaro Magalhães (vocal), Pio Lobato (guitarra) Bruno Rabelo (guitarra), Fabio Cavalcante (flauta), Moriel Prado (contrabaixo), e Vovô (bateria). Ouça aqui:


    Fontes: A foto no início veio de uma postagem no facebook do Clemente Schwartz, e o áudio estava postado nesta página do blog Som do Norte.

  • Essa é uma variação que tô experimentando com o meu sistema harmônico Doristi. Chamei ele de cromático porque ele usa os intervalos do gênero cromático encontrado no sistema musical dos antigos gregos (descendentemente, a sequência é: 1 tom e 1/2 + 1 semitom + 1 semitom + 1 tom e 1/2 + 1 semitom + 1 semitom). Achei legal porque, até hoje, todas as inversões doristi que fazia tornavam as melodias tão palatáveis quanto as originais, mas essa variação acaba com esse agrado.

    O exemplo abaixo foi tirado do metódo de divisão de Bona. É o exercício 39, com uma harmonização minha.

    Melodia original (em Dó)

    Pra ouvir:

    Esta é a versão invertida (em Mi doristi) da melodia acima.

    Pra ouvir:

    E, por fim, esta é a versão em doristi cromático. Pra isso, bemolizei as notas ré e sol (A escala de mi doristi, com ré e sol bemolizados, tem a sequência intervalar que já descrevi acima (1 tom e 1/2 + 1 semitom + 1 semitom + 1 tom e 1/2 + 1 semitom + 1 semitom).

    Ouça:

    Atualização em 30 de agosto de 2013

    Bem, acabei de acabar a melodia desse “Retumbão dos infernos”, acompanhado por acordes em posição fechada. É um desdobramento da experimentação que estou fazendo com o Doristi, o qual chamei de “Doristi Cromático”. O refrão é, portanto, derivado do exercício 39 do método de divisão do P. Bona; o resto é totalmente original (#sóquenão :P).

    Pra ouvir, use o tocador abaixo.

  • José Luciano Frade Vianna, mais conhecido como Zezinho (ou Zezus) Vianna, é compositor e cantor de Cachoeira do Arari, na ilha do Marajó. O tema principal de suas músicas é a ilha, principalmente as cidades de Cachoeira do Arari, Soure e Ponta de Pedras. Algumas delas (como Saudade Louca e Invernada Marajoara) fazem parte do “repertório básico” de grande parte dos grupos parafolclóricos de Belém.

    O material dessa postagem foi enviado pelo Allan Carvalho, que está produzindo um disco do compositor. As faixas foram recortadas de uma entrevista que o Allan fez com o Zezinho, durante a pré-produção do disco.

    Se quiser baixar as músicas, clique aqui (arquivo Zip).

    Aí embaixo, Zezinho levando a sua Invernada Marajoara.

    E ouça aqui uma prévia do disco. A música é “Caboclo”. O acompanhamento é feito pelo Allan (violão e banjo), Douglas Dias (percussão) e Tony (flauta).

  • “Quem vai levar Mariazinha para passear?” é um curta de animação que está sendo dirigido em Belém pelo querido amigo André Mardock. O filme veio da peça homônima, escrita pela Ester Sá e pelo Maurício Franco. Ele conta de história de dois anjos (001 e 002) que, caindo na terra, e esperando uma chuva passar, contam outra história: a do amor entre o deus Eros e Psiquê. O Maurício foi também o responsável pela criação, em papel recortado, dos personagens e cenários lindíssimos. Veja aqui algumas das coisas maravilhosas que ele fez!

    Esta é a trilha que criei pro curta. Com exceção da última faixa, que encerra o filme, as demais são temas bem curtos, geralmente servindo para pontuar o aparecimento de personagens. A partitura de “Mariazinha, the end”, pode ser lida e baixada aqui.

    Para baixar todas as faixas, clique aqui (arquivo Zip).

    Essa é a partitura da música de encerramento, “Mariazinha, the end”.

    E a animação, coordenada pelo Andrei Miralha, está uma jóia. O vídeo abaixo é só um teste, já bem antigo, com a deusa Perséfone. A música de fundo é o “No reino de Hades”.

    Atualização em 1º de janeiro de 2019.

    André Mardock, o diretor de “Quem Vai levar Mariazinha para Passear?”, publicou o curta no canal dele no YouTube! Curta aí!

  • Mestre Faustino, de ourém, com chapéu de amo de boi-bumbá
    Mestre Faustino

    Esta é uma coleção com 12 toadas do boi Pai-do-Campo de Ourém, gravadas em 29 de maio de 2004, e que só agora publiquei na internet. Mestre Faustino puxa as toadas (exceto as faixas 1 e 11, puxadas pelo Salles), e é acompanhado pela Dona Miloca (pandeiro); Salles Machado (tambor); Dona Chica (maracas e coro); Dona Ambrósia (maracas e coro); Dona Cesária (maracas e coro); Dona Paulina (coro); Danilo (então com 3 anos, no pandeiro) e Daniel (coro).

    Se quiser baixar toda a coleção, clique aqui (arquivo Zip).

    Das toadas acima, três delas eu regravei no meu disco FGC Vol. 3: “Tava dormindo e sonhando“,com uma melodia diferente, já que o próprio Faustino a alterava frequentemente; e o pot-pourri “Vassoura de botão/Ai, moreninha“. São as duas gravações a seguir.

    Vale lembrar que essas e outras toadas do boi Pai-do-Campo (ao todo, são 50) também podem ser ouvidas e baixadas desta página no site FGC Produções.

    Mestre Faustino, de Ourém, trazendo buriti do mato, pra confecção do boi-bumbá.
    Faustino trazendo buriti do mato, pra confecção do boi-bumbá.
  • “Dó, ré, mi, fá” é tema infantil muito difundido, frequentemente cantado como refrão de “eu vi uma barata na careca do vovô” e outros versos similares. Como a letra fala os nomes das notas cantadas, preparei este arranjo a duas vozes, com a segunda voz também cantando os nomes das suas próprias notas.

    A gravação, feita em junho de 2013, contém samples de outro single meu, “Carnaval do meu nariz e boca” (são os sons de fungadas, estalos e sugadas) e, assim como este último, foi totalmente produzido num Maschine MK1. 

    OUÇA NA SUA PLATAFORMA PREFERIDA:

    ​O Songbook desta gravação está disponível no site da Amazon. 

    Dó, Ré, Mi, Fà - Songbook - capa
    Dó, Ré, Mi, Fá - Songbook (2013, Aracaju, Sergipe). Para vozes, sinos, sintetizador e contrabaixo. Com grade completa e partes cavas.