Além de tocar flauta, o Girard me convidou pra assinar os arranjos e a direção musical do espetáculo. Também estavam presentes na produção: Plínio Palha (figurinos e maquiagem), Melba Lois (iluminação), Ronalda Simone (interpretando uma feiticeira) e Luís Carlos França (direção geral).
Programa
Ouça logo abaixo algumas músicas do repertório. E para baixar todo o show em um único arquivo, clique aqui (arquivo zip).
ducaraleo teres postado esse show! tenho ótimas lembranças dos ensaios na tua casa, muito bacana! e esse louco do girard, com a sua voz inconfundível… saudades!
ei, mas senti falta de uma música, “genoveva” do allan… porque não tá aqui?
Renato, eu não tenho a gravação completa do show e “Genoveva”, infelizmente, é uma das que tão faltando. Não sei se alguém tem (de repente o próprio Girard) – se eu conseguir, eu adiciono. O “Tum-tá-tá” eu também sou doido pra ouvir e relembrar, mas ela também falta nos meus arquivos.
Que saudade desse show, foi muito bom.Eu fiz uma participação e tudo era bom, as músicas, os músicos,o figurino, os arranjos, o clima, a maquiagem de todos,lembra do Alan de boto cor-de-rosa,hahahahahahah.Só o Fábio pra nos presentear com essas pérolas.também adoro a Genoveva.
Hehe O anônimo do dia 11 me lembrou esse detalhe do figurino do Plínio: o Allan de boto! Era engraçado mesmo. Lembro também do Girard com uma armação de folhas ao redor do pescoço, e da Ronaldo de feiticeira. Mas a minha memória é terrível, não consigo lembrar de mais nada, nem do que eu próprio estava vestido.
E Pedro, obrigado pelo comentário elogiando o blog. Valeu mesmo!
Publiquei na internet o desenho animado “Ovelhas”, da “Só H – Produções áudio-visuá”, um projeto independente meu e da Luciana Leal.
“Ovelhas” é baseado numa ideia de Inaê Nascimento. O roteiro simples e gracioso, que recebeu adaptações da Luciana Leal, sugere uma explicação para as nuvens do céu. Toda a produção ficou por minha conta (sonoplastia) e da Lu (animação em flash); bem como a direção, feita por nós dois.
Uma palavra sobre a Só H:
Eu e Luciana temos um monte de projetos. Com tantas coisas pretendidas, decidimos criar nossa própria produtora independente e tirar as ideias do papel. Mas o tempo foi passando e as resmas de papel aumentando, até que decidimos batizar a produtora para que ela pudesse parecer um pouco mais real.
“Égua, a gente é só papo furado, só bafo, só embromação!”, comentamos uma vez. Assim veio o nome “Só H”. Continuamos embromando muita coisa, mas o primeiro produto tá no ar. Agora é usar mais papel pra continuar anotando as ideias.
Que bacana essa animação! Bem, essa afirmação foi de meus filhos Arthuro de 9 anos e Helena de 6 anos, ah! e minha também, muito legal mesmo… Parabéns a você e Luciana. Mande-nos sempre as novidades. Trabalho com crianças e vou levar à minha escola.É claro se permitirem??? Rs!!
Oi, Fabinho… qt tempo! Infelizmente ou felizmente os astros conspiraram para q nossas vidas tomassem rumos tão diferentes. Parabéns… vc continua sendo referência de criatividade para todos q conhecem vc.
Lene, o Mauri aqui também adorou o desenho. A primeira vez que ele assistiu, repetiu 11 vezes! Que bom que as crianças estão gostando – quando fizemos o desenho, pensamos nelas também. E é claro que permitimos que uses o vídeo na escola! Apenas te recomendo, quando fores passar pra dvd, usar o arquivo pra download que tem aqui nessa página do overmundo. A qualidade lá está maior que a do que está disponível no YouTube – ficará melhor na TV.
Valéria, quanto tempo mesmo! Obrigado pelas palavras. Um grande beijo e tudo de bom pra ti!
Assim como na postagem anterior, apresento aqui um novo disco feito com material antigo selecionado. Esta é uma seleção de trilhas sonoras que produzi pra teatro e vídeo.
Seguem algumas informações:
A linda melodia do mantra (faixa 3) é do cantor Rafael Nolleto. A letra é do Ronald Bergman, o diretor do espetáculo e grande amigo falecido em junho passado. Minha participação aqui está no arranjo das vozes e gravação.
A música “É a pororoca” (faixa 5) é do compositor ouremense Rivaldo Lopes. A original chama-se “É o Papa-tudo”, e é uma homenagem a uma aparelhagem local. A adaptação da letra é minha, que foi cantada por Iraçu Silva, também da cidade de Ourém.
A Valsa (faixa 9) que está aqui como um instrumental, serve de base para uma canção interpretada ao vivo pelo ator Paulo Ricardo. A melodia é da valsa da Ciranda do norte, do folclore amazonense.
Baixe o disco Trilhas sonoras FGC, completo, clicando aqui (arquivo zip).
E abaixo estão mais algumas informações das faixas.
Construção. Da peça “Duas tábuas e uma paixão” (2001). Escola de Teatro e Dança da UFPA. Direção: Wlad Lima.
Dança do Enteu. Da peça “Ad infinitum” (1999). Companhia Atores Contemporâneos. Direção: Miguel Santa Brígida.
Mantra. Da peça “Negra memória” (2008). Direção: Ronald Bergman.
Abertura. Do curta de animação “A Onda” (2005). Direção: Cássio Tavernard.
É a Pororoca. Do curta de animação “A Onda” (2005). Direção: Cássio Tavernard.
Lua. Da peça “Ora noite, ora dia” (2002). Inbust – Teatro com bonecos. Direção: Adriana Cruz.
Papel. Da peça “Paixão barata e Madalenas” (2001). Escola de Teatro e Dança da UFPA. Direção: Wlad Lima e Karine Jansen.
Choque. Da peça “Paixão barata e Madalenas” (2001). Escola de Teatro e Dança da UFPA. Direção: Wlad Lima e Karine Jansen.
Valsa. Da peça “A Peleja da Princesa Mariana e seu Pássaro Garça Dourada contra a terrível Rainha Valéria de Marambaia e a Feiticeira do Mal” (2002). Inbust – Teatro com bonecos. Direção: Adriana Cruz.
Quem manda ser traíra?Do curta de animação “O Rapto do Peixe-boi” (2009). Direção: Cássio Tavernard e Rodrigo Aben-Athar.
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6 respostas a “Trilhas sonoras FGC”
AJMUNHOZ
bACANA SEU TRABALHO. COMO FAÇO PRA POSTAR MÚSICAS NO BLOG.
Pode mandar tuas músicas pra eu ouvir. E te recomendo também criar um blog no blogspot, é fácil, e ficas com um lugar próprio pra disponibilizar tuas produções. Dá uma olhada nessa página que tem um passo-a-passo bacana: http://www.baixaki.com.br/info/1220-como-criar-um-blog-no-blogspot.htm
Eu faço assim: as músicas que tão aqui no blog, eu deixo elas hospedadas no Internet Archive. Depois de cadastrado, clica no botão “upload” pra criar uma página com o teu conteúdo. Dá uma olhada aqui nesta página, que é onde tá o material desse post de trilhas sonoras.
O Internet Archive permite que façamos link em outros endereços, para baixar diretamente os arquivos hospedados lá. Aí eu escrevo o meu post aqui no blogger (mas pode ser em qualquer outro lugar), e coloco um link no título das músicas pros arquivos correspondentes lá da página do internet archive – no caso desse post de trilhas, são os arquivos que tão na coluna “192Kbps MP3”. O arquivo zipado com todas as músicas está do lado esquerdo da página, na caixa “listen to áudio”. Esse arquivo zipado é criado automaticamente pelo IA.
Esse é o jeito que eu faço, espero que te ajude. Um abraço.
Bem, primeiro: Saber o endereço do arquivo. Pra isso, basta passar o mouse sobre o link dele (lá na página do internet archive). O endereço aparece na barra de status do navegador. Por exemplo: A primeira música desse post “construção”, que tá hospedada no IA (o endereço dá página tá no meu comentário aí em cima), é: http://www.archive.org/download/TrilhasSonorasFgc/01DuasTabuasEumaPaixao_Construcao_192kb.mp3 Se clicares com o botão direito do mouse sobre esse link, deve aparecer alguma opção do tipo “copiar link” (no firefox é assim, não lembro como é no IE).
Segundo: Sabendo esse endereço, agora precisas fazer referência a ele no teu blog. No blogger, donde eu publico, eu seleciono uma ou mais palavras quando estou escrevendo o post e clico no botão “link”. Na janela que aparece, escrevo o endereço do arquivo. Como esses endereços são grandes, ao invés de escrever é melhor copiar (botão esquerdo sobre o link + copiar link) e colar.
Aí pronto: quando o post for publicado, a palavra selecionada virá marcada como sendo um link (geralmente é azul e sublinhada), e quando se clicar nela, o endereço do arquivo especificado será acionado. Ele vai baixar ou tocar.
Aqui estão 8 músicas gravadas por mim nos anos de 1999 e 2000. Elas não foram feitas pra compor um álbum, mas como são peças avulsas produzidas antes do disco FGC Vol. 1, resolvi reuní-las agora sob o título FGC Vol. 0.
Arte da capa de Luciana Leal
A capa do disco é da Luciana Leal. O instrumental é quase todo eletrônico, criado com um sequenciador dr5 da Boss e soundfonts (o mesmo instrumental usado no FGC Vol. 1). O Allan Carvalho participa cantando a ainda inédita “Guarânia”, do Ronaldo Silva. O título Guarânia foi dado por mim e pelo Allan, já que o Ronaldo nunca definiu o nome dela. Caso isso venha a acontecer, eu troco mais tarde.
A partitura de “3,1415926535897932384626433832795” (faixa 6) pode ser baixada aqui. Ouça as músicas no player abaixo.
A ficha técnica é a seguinte:
Lundu dos caboclos (Waldemar Henrique / João de Jesus Paes Loreiro) – 2:44. Instrumentos eletrônicos, violão e voz: Fábio Cavalcante.
Este caderno de arranjos musicais foi criado junto com meus alunos da disciplina “Arranjo e Improvisação”, da turma de 2007 (5° semestre) do curso de Licenciatura em Música da UEPA, em Santarém, entre 13 a 24 de abril de 2009.
Arranjos musicais da turma do 5º semestre do Curso de Licenciatura em Música (2009, Santarém, Pará). Arranjos criados na aula de "Arranjo e Improvisação" da UEPA de Santarém.
Junto com o caderno fiz as gravações dos arranjos, interpretados pelos mesmos alunos da turma de 2007 (com exceção da flauta doce, tocada por mim). São eles: Bruno Vieira (guitarra), José Brindeiro (trompete), José Janderson (violão), Kleberto Corrêa (piano), Luís Acácio (flauta transversal) e Lucenildo Soares “Corona” (percussão). Essas gravações foram feitas em 25 de abril de 2009, no laboratório de música da UEPA/Santarém.
Repetindo a parada do ano passado, os áudios e partituras a seguir são de arranjos feitos pelos alunos da turma de 2008 (5º semestre) do curso de música da UEPA (pólo Santarém), durante as aulas de “arranjo e improvisação”, ministradas por mim neste 2010. Aproveitando temas musicais gravados no projeto de mapeamento e registro que estou fazendo com o Coletivo Puraqué, vários arranjos foram criados sobre melodias do repertório do grupo Nossas Lembranças (saiba mais sobre ele neste post). Curta aí o novo caderno.
Arranjos musicais da turma do 5º semestre do Curso de Licenciatura em Música (2010, Santarém, Pará). Arranjos criados na aula de "Arranjo e Improvisação" da UEPA de Santarém.
As gravações dos arranjos, interpretados pelos próprios alunos, tão aqui.
A ficha técnica é a seguinte:
Dança da mata (Beto Paixão – Arranjo de Leogiery Lira e Miriany Japson). Com Leogiery Lira Pereira (clarinete), Miriany Japson (violão) e Luís Acácio (pandeiro).
Eu faço brega (Raimundo Pimentel – Arranjo de Ediene Mota, Jedel Salgado, Luís Acácio e Ronnyere Rodrigues). Com Jedel Gomes Salgado (trompete), Ediene Mota Pinto (voz), Ronnyere da Silva Rodrigues: (flauta doce contralto) e Luís Acácio (pandeiro).
Mambo (Domínio Público – Arranjo de Diego Torres, Leogiery Lira, Miriany Japson e Wenderson Oliveira). Com Leogiery Lira Pereira (flauta doce), Miriany Japson (violão) e Luís Acácio (pandeiro).
Zé Marmita (Domínio Público – Arranjo de Daniele Patrícia, Ena Carina, Priscila Thaís e Renata Souza). Com Ena Carina dos Santos Oliveira (flauta doce), e Priscila Thaís de Sousa Moreira (violão).
Publiquei na internet 11 partituras minhas. Com exceção de “Mestre Cardoso Direto”, um pout-pourri para orquestra com temas de Mestre Cardoso, escrita em 2008; todas as outras são da década de 90, e para diversas formações instrumentais. Além de “Mestre Cardoso Direto”, tocada pela OSTP (a música foi encomendada pelo maestro Mateus Araujo para um concerto em homenagem ao amo de boi de Ourém – ler sobre esse evento aqui neste post), a peça “O Diabo na Terra das Bananas” foi executada anteriormente, pelo cellista Arthur Alves, em 1997; e em 98 o cantor Edelmiro Soares interpretou “Três de mim” no seu show Cantos do Brasil. Eu mesmo gravei mais tarde essa música no meu primeiro disco (ouça aqui). As demais permanecem inéditas.
As partituras foram editadas por mim, e estão na íntegra, apresentando as grades completas e todas as partes cavas, quase sempre em formato A4.
Mestre Cardoso Direto (2008, Belém, Pará). Peça para Orquestra baseada em toadas de Mestre Cardoso, amo do boi Ouro Fino de Ourém. A peça foi tocada pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, em outubro de 2008, durante evento em homenagem ao Mestre.
Eita pau pereira (1999, Belém, Pará). Partitura musical para orquestra.
Três de mim (1997, Belém, Pará). Canção para voz e piano.
Quadrilhas (1996, Belém, Pará). Coleção de 11 pequenas peças musicais para 6 violinos e 6 violoncelos.
O Diabo na Terra das Bananas (1995, Belém, Pará). Partitura musical para piano e violoncelo, tocada pela primeira vez pelo violoncelista Arthur Alves, em 1995, em concerto no Theatro da Paz, Belém.
Untitled (1995, Belém, Pará). Partitura musical para 3 flautas, 2 violinos, violoncelo e tímpano.
3,1415926535897932384626433832795 (1995, Belém, Pará). Partitura musical para flauta, clarinete, fagote, piano, 2 violinos e violoncelo.
Manga boceta (1995, Belém, Pará). Partitura musical para flauta, violino e piano.
Auto-peças (1995, Belém, Pará). 4 peças musicas para piano: Para-choque, Retrovisor, Para-lama e Para-brisa.
Peças livres (1994, Belém, Pará). 3 peças musicais para instrumental diverso: Puta merda, para 2 violinos e violoncelo; Poxa vida, para guitarra, violoncelo e vibrafone; e Putz grila, para flauta, violoncelo e piano.
As partituras também estão disponíveis a partir da página “Livros” do meu sítio.
As gravações da Cinderela aqui postadas foram criadas para servir de ambientação sonora da exposição “Fresta”, da fotógrafa Lila Bemerguy, que aconteceu em dezembro de 2008 na galeria da FotoAtiva. A exposição foi resultado de um trabalho com as prostitutas da zona do Comércio de Belém, e recebeu apoio da Bolsa de Pesquisa e Experimentação do Instituto de Artes do Pará (IAP). As imagens da instalação foram produzidas pela Lila, pelas prostitutas e por pessoas ligadas ao GEMPAC (Grupos de Mulheres Prostitutas do Estado do Pará), que ao longo do ano passado participaram de oficina de fotografia ministrada pela bolsista.
Cinderela é o nome “de guerra” de Eunice Silva, prostituta da zona do Comércio de Belém, que já se apresentou por diversas vezes como cantora nos lugares onde trabalhou – bares, boates e teatro. O repertório da Cinderela é formado principalmente por boleros clássicos, e foi a “música ambiente” da vernissage de “Frestas”.
Cinderela num bar da Riachuelo (foto de Lila Bemerguy).
Essas são algumas músicas gravadas pela Cinderela. Os arranjos e execuções instrumentais são todos meus.
Para baixar todas as cinco músicas abaixo em um único arquivo, clique aqui (arquivo zip).
Aqui está o show que a Orquestra Sinfônica do Teatro da Paz fez em homenagem ao Mestre Cardoso, nos dias 23 e 24 de outubro de 2008. A idéia original foi do maestro Mateus Araujo, regente da OSTP, que conheceu o trabalho do Cardoso através do disco Galo de Campina, produzido por mim em 2005. Inspirado nas músicas do amo de boi de Ourém, Mateus Araujo compôs a “Suíte Brasileira”, cujo último movimento tem como tema a melodia da toada “A Prisão de Saddam Hussein”. Vale lembrar que essa toada, por sua vez, é baseada na melodia da música “Vem Morena“, de Luiz Gonzaga e Zé Dantas. O próprio Cardoso reconhece a apropriação, e ele chama esse processo de “cobrir a música”.
A peça “Conto ao redor do fogo – de como Cardoso veio à pé de Parnaíba e de como Ele conseguiu encontrá-lo” é do compositor Valério Fiel da Costa, e foi inspirada na história do percurso feito à pé por Cardoso da sua terra natal até o Estado do Pará, atravessando os sertões e as matas ainda virgens da Amazônia. A peça utiliza sons gravados na parte final, que foram projetados do palco e do teto do teatro. Também na parte final, as luzes do teatro são apagadas lentamente, e os sons acontecem na escuridão.
“Mestre Cardoso Direto” é um pout-pourri de toadas do Cardoso, feito por mim especialmente para esta noite.
A show ainda contou com a participação do próprio Mestre Cardoso, que veio com alguns integrantes do seu boi Ouro Fino e músicos de Ourém: Tarugo, Ina, Caratinga e Guru. Eles cantaram músicas do brinquedo, e se despediram com a toada “Adeus, morena”, acompanhados pela OSTP, com arranjo de Mateus Araujo.
Ouça e curta as músicas do show. E para baixar o show completo em um único arquivo, clique aqui (arquivo zip).
Logo abaixo está a partitura da minha peça e as instruções da do Valério.
As imagens a seguir foram tiradas por Arlindo Matos, Diretor da Rádio Tembés de Ourém, e que nos deu grande apoio pra realização do espetáculo.
AplausosMateus Araújo, Mestre Cardoso e Arlindo MatosPúblico
Confira o programa do evento, com o repertório, os nomes dos integrantes da orquestra, e uma breve biografia da OSTP, do regente e do Cardoso. O desenho da capa foi feito por Luciana Leal.
Programa – capaPrograma – página 1Programa – página 2
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Uma resposta para “OSTP e Mestre Cardoso no Teatro da Paz”
Liderado pelo compositor, cantor e banjoísta Felix Faccon (ex-Curuperé), o Curimbó de bolso se apresentou no dia 6 de setembro na loja Ná Figueredo, dentro do projeto Ensaio Aberto. O show foi uma prévia do segundo disco do grupo, já gravado pela “Ná Records”, e atualmente em fase de mixagem. Para esse projeto, fui convidado a fazer os arranjos dos instrumentos solistas, e toquei flauta doce.
Participaram desta apresentação os músicos Allan Carvalho (coro e violão), Fábio Cavalcante (arranjos e flauta doce), Félix Faccon (voz e banjo), João Paulo (percussão), Maria (coro), Milene Alves (coro), e Rodrigo (percussão).
Ouça a seguir as músicas do show. Para baixar o show completo em um único arquivo, clique aqui (arquivo zip).
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3 respostas a “Curimbó de bolso no Ensaio Aberto (Setembro de 2008)”
Anonymous
fabio, ouvi as musicas do curimbo o baiano levou copia da gravação do estudio. está completamente lindo. parabens a todos.Obs. meu nome é maria não mariinha.abraços. maria
“O Robô Criador” é um curta-metragem que produzimos durante a oficina “Trilha sonora para áudio-visual”, realizado pelo Instituto de Artes do Pará (IAP), através do Núcleo de Produção Digital do Pará, e ministrada por mim, em Agosto de 2008.
Sinopse
O filme conta a história de um bolsista charlatão (interpretado pelo ator Paulo Ricardo) que, em 1955, entrega ao IAP o “Robô Ninja Criador”, como resultado da sua Bolsa de Pesquisa. Segundo o próprio bolsista, é “uma obra que faz obras”. No entanto, durante a sua apresentação, um assaltante rouba a central de processamento de “dados” do robô, que é então levado para uma sala de reciclagem, a fim lhe darem outro proveito.
“O Robô Criador” foi filmado na noite de 26 de agosto de 2008, dentro das dependências do IAP, durante uma das aulas da Oficina de Trilha Sonora. Veja logo abaixo o filme.
Ficha Técnica
Atores: André Mardock (Robô Ninja Criador), André Pereira (carregador do robô), Charles André (carregador do robô), Fábio Cavalcante (avaliador), Luciana Leal (mulher no banheiro), Lucas Escócio (assaltante), Paulo Ricardo (bolsista)
Trilha Sonora e Efeitos (Criação coletiva dos participantes da oficina “Trilha sonora para áudio visual”): André Márcio Mardock, André Pereira Souza, Charles André da Costa e Silva, Emivaldo Ribeiro Feitosa Júnior, Fabrício Coutinho Gaby, Fábio Pereira dos Santos, Leonardo Chermont Rodrigues, Lucas Lourenço Escócio de Faria, Paulo Ricardo Silva do Nascimento.
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